Gestão de risco profissional

Consentimento informado na prática médica: por que o registro importa

Consentimento informado não é apenas uma assinatura. Ele integra uma conversa em que o paciente recebe informações compreensíveis para participar da decisão sobre o tratamento.

O que a jurisprudência destaca

Em decisão do STJ sobre o tema, a Corte destacou que a informação deve ser clara, precisa e individualizada; uma autorização genérica pode não demonstrar que o paciente compreendeu riscos, benefícios e alternativas relevantes ao seu caso.

Isso não transforma todo resultado adverso em falha profissional. O ponto é que o dever de informar é avaliado de forma própria, junto com os fatos, as provas e a documentação do atendimento.

Checklist prático de documentação

  • Identificar procedimento, objetivo e alternativas discutidas.
  • Registrar riscos relevantes ao caso concreto em linguagem compreensível.
  • Permitir perguntas e guardar a versão assinada no prontuário.
  • Atualizar a conversa se houver mudança material de conduta, procedimento ou risco.
  • Adotar modelos como apoio, sem substituir a conversa individualizada.

Como isso se conecta ao RCP

O RCP não substitui boa comunicação, prontuário ou protocolo clínico. Ele pode ajudar a lidar com uma reclamação coberta, conforme as condições da apólice. Gestão de risco e seguro são camadas complementares.

Fontes e atualização

Conteúdo revisado em . A cobertura aplicável depende da proposta, apólice e condições contratuais.

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